sexta-feira, 4 de junho de 2010

EM MEU NOME EXPULSARÃO DEMÔNIOS



EM MEU NOME EXPULSARÃO DEMÔNIOS
0 primeiríssimo sinal que, segundo Jesus disse, haveria de seguir aqueles que crêem é: Em meu nome
expulsarão demônios (Marcos 16.17). Em outras palavras, exercerão autoridade sobre os demônios.
Ele não disse que este sinal seguiria os pregadores. Não são apenas os pastores que têm autoridade sobre os
demônios em Nome de Jesus, mas, sim, todos os crentes.
Os crentes devem saber que possuem esta autoridade.
A Bíblia, nosso manual, registra o seguinte exemplo. Em Nome de Jesus, Paulo expulsou um demônio de uma
moça endemoninhada, libertou-a e sacudiu a cidade de Filipos até os próprios alicerces.
ATOS 16.16-18
16 E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem que tinha espírito de
adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores.
17 Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho
da salvação, são servos do Deus Altíssimo.
18 E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: EM NOME
DE JESUS CRISTO, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu.
Note que esta moça era "possessa de espírito". Paulo não falou à moça. Falou ao espírito. Disse ao espírito:
Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E, na mesma hora, saiu{\. 18):
Aquele espírito tinha de sair. Não existia nenhuma possibilidade de ele não sair. Lembre-se de que Filipenses
2.9,10 diz: Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome, para
que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão [de seres] nos céus, [de seres] e na terra, e [ de
seres] debaixo da terra.
Aquele espírito tinha de curvar-se ao Nome. Os demônios têm de sair diante deste Nome. É o Nome que
opera isto. E este Nome tem para a Igreja hoje o mesmo poder que tinha naquele tempo. Que tesouro
temos no Nome de Jesus! Como, porém, o temos negligenciado!
E. W. Kenyon observou:
Pensaríamos, naturalmente, ao ler nossa literatura religiosa moderna, e ao ouvir os sermões de um pregador mediano, que os
demônios tinham cessado de existir, ou que foram acurralados juntos às favelas da cidade e que estavam passando a
totalidade do seu tempo entre as camadas mais baixas da humanidade.
Em dezembro de 1952, enquanto eu e um pastor orávamos na cozinha da sua casa pastoral, o Senhor Jesus
Cristo apareceu diante de mim numa visão. Disse: "Vou-lhe ensinar a respeito do diabo, dos demônios e dos
espíritos maus. Desta noite em diante, aquilo que na Minha Palavra é chamado 'o discernimento de
espíritos' operará na sua vida e no seu ministério, quando você estiver no espírito."
Fiquei arrebatado naquela visão durante uma hora e meia enquanto Jesus me ensinava.
Durante a visão, vi um espírito operando através de certo indivíduo, perturbando um pastor e criando
problemas que poderiam ter provocado uma divisão na igreja.
"Não lide com a pessoa", Jesus me disse. "Lide com o espírito."
(Temos perdido o alvo ao procurarmos lidar com a pessoa. Paulo falou ao espírito, e não à moça.)
"Como faço isto?" Perguntei. O pastor estava no mesmo estado do país que eu, mas aquela outra pessoa
estava em outra parte do país.
"Não há distâncias na dimensão do espírito", disse o Senhor. "Simplesmente fale para aquele espírito, e
ordene-lhe, em Meu Nome, dizendo: 'Espírito imundo que está operando na vida de (Ele pronunciou o
nome da pessoa), que está perturbando e embaraçando o ministério do servo do Senhor (pronunciou o seu
nome), mando-te que desistas da tua operação e que cesses tuas manobras, neste mesmo momento.' "
Na visão, consegui ver o espírito que estava operando através daquele indivíduo. Quando eu disse aquilo
que Jesus me mandou dizer, aquele espírito agachou-se, choramingando e lamuriando-se como um cachorrinho
castigado.
Então, falou para mim: "Sei que tenho de ir se o Sr. me mandar embora, mas não quero ir".
Eu disse: "Já te mandei, em Nome de Jesus Cristo".
Não se tratava dele ter medo de mim - Kenneth Hagin -(por mim mesmo), mas lembrou-se como Jesus morreu
e foi para o inferno em meu lugar, e como, lá embaixo nas regiões escuras dos perdidos, no próprio reino de
Satanás, Jesus derrotou-o. Lembrou-se como Jesus ressuscitou e lançou para trás as forças das trevas; como
Ele despojou principados e potestades. Lembrou-se como Jesus paralisou Satanás. Lembrou-se como Ele
destronizou-o. Por isso, aquele espírito ficou com medo. Diante do Nome de Jesus, partiu e nunca mais
provocou problemas no ministério daquele homem.
Pouco tempo mais tarde, eu realizava uma reunião em Pueblo, Colorado. Certo homem veio pela ordem
da fila enquanto estávamos impondo as mãos sobre os enfermos. Contou-me que era nervoso e que não
conseguia dormir. (Sua esposa contou-me mais tarde que ele tivera problemas
na sua saúde mental e que já havia seis meses que não conseguia trabalhar. Os médicos tinham dito a ela
que o próximo passo necessário seria mandá-lo para o manicômio estadual.)
Coloquei as mãos sobre ele e orei pela sua cura - que seus nervos fossem sarados, e que ele pudesse
dormir. Aí, passei a orar pela próxima pessoa na fila. Continuei ministrando a mais quatro ou cinco
indivíduos. Cerca de dez minutos tinham passado desde o momento em que este homem voltara para seu
assento, que ficava à minha direita.
Acontece que dei uma olhada na direção dele - e, com meus olhos bem abertos, Deus me permitiu que
enxergasse a dimensão espiritual (o dom do discernimento de espíritos é ver ou ouvir dentro da dimensão
espiritual). Vi um demônio sentado no seu ombro direito. Parecia um macaco de pequeno porte. Segurava a
cabeça do homem numa chave de braço. Compreendi o que estava errado com o homem.
Disse-lhe: "Volte para cá".
Quando ele veio andando, eu consegui ver o demônio sentado no seu ombro tão claramente quanto via o
homem.
Eu disse ao demônio: "Você terá de ir embora".
Ele disse: "Sei disto. Sei que tenho de ir embora, se o Sr. me mandar".
Eu disse: "No Nome, no Nome do Senhor Jesus Cristo, deixe a mente e o corpo deste homem, agora
mesmo". Vi-o cair do ombro do homem, para o chão. Ficou deitado ali, choramingando, e lamuriando-se, e
tremendo. Eu disse: "Não é somente deixar o corpo do homem, como também deixar este recinto". Saiu
correndo por uma porta lateral.
O homem ergueu as mãos e começou a louvar a Deus. Seu rosto se iluminou. Disse, então, sem saber o que
eu tinha visto (só lhe contei posteriormente): "Parecia que tinha uma cinta de ferro ao redor da minha
cabeça, e simplesmente
quebrou-se com um estalo.

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